MULHERES QUE FAZEM

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Queremos utilizar o espaço do blog Stella Sofia, assim como as nossas redes sociais e outros canais de comunicação, para inspirar mulheres a se sentirem bem e fazerem o bem. Nossa intenção é divulgar dicas, histórias legais, iniciativas inspiradoras e outras coisas que transmitam uma mensagem do bem. Dessa vez, reunimos exemplos de ""mulheres que fazem"", ou seja, mulheres comuns que de alguma forma transformam a realidade à sua volta e impactam vidas. Vamos sempre trazer exemplos como esses para mostrar que qualquer um de nós pode fazer a diferença, além de homenagear quem já está fazendo!
Confira as histórias que selecionamos para este post:

Maria Beatriz Kern

Em 2008, a gaúcha Maria Beatriz Kern criou a ONG Mulher em Construção, que capacita mulheres para trabalharem na construção civil. Segundo as palavras da própria Maria, o objetivo da ONG é ""qualificar mulheres para colocá-las lado a lado com os homens na construção da sociedade.”.

Mais de 3 mil mulheres já foram beneficiadas pelo projeto, que já ofertou mais de 40 cursos de capacitação, como de pedreira, ceramista, azulejista, pintora, mestre de obras, entre outros. 

A ONG realiza parcerias com órgãos públicos e empresas que também reconhecem o potencial da mulher e apostam na sua inserção no mercado da construção civil.

Clique aqui e saiba mais sobre a ONG Mulher em Construção.


Foto: Site Mulher em Construção

Silvia Brandalise

Uma das profissionais de medicina mais competentes e respeitadas do país, Sílvia Brandalise idealizou o Centro Infantil Dr. Domingos Boldrini, o maior hospital especializado em onco-hematologia pediátrica da América Latina.

O hospital, que é dirigido por Sílvia, é uma instituição filantrópica e atende mais de 10 mil crianças por ano, sendo a maioria pelo SUS. O índice de cura é de 70% a 80%, assim como nos principais centros de primeiro mundo e reflete o esforço e envolvimento de Sílvia nas diferentes áreas da instituição.

Complementando a estrutura de excelente qualidade, o centro também oferece ambientes coloridos e lúdicos aos pacientes, para que a alegria ajude no processo da cura. Além de criar o Centro Boldrini e trabalhar incansavelmente até que ele chegasse à estrutura e qualidade que tem hoje, na década de 90, Sílvia Brandalise descobriu de um tipo até então desconhecido de leucemia. A partir daí, o quadro recebeu o nome de síndrome de Brandalise.

Clique aqui e conheça mais sobre a história do Centro Boldrini.

Foto: Rogério Capela e Érica Dezonne

 

E você, conhece histórias de ""mulheres que fazem""? Conte pra gente!

 

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